sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A UFPA vai à Feira Pan-Amazônica do Livro


Cinco mil metros quadrados dedicados à leitura, ao conhecimento e à cultura. A XV Feira Pan-Amazônica do Livro acontece de 2 a 11 de setembro, no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, com intensa programação, e a Universidade Federal do Pará (UFPA) participa deste grande evento com lançamentos de obras, venda e divulgação de livros, espaços de debates sobre literatura e, ainda, atividades artísticas e homenagem ao escritor Benedito Nunes.

No estande da Editora da UFPA (Ed.ufpa), os visitantes encontram os mais de 220 títulos produzidos pelas editoras e publicados com o selo da UFPA e podem participar, diariamente, de lançamentos de obras ou de sessões de autógrafos, além de concorrerem a livros, sorteados entre os seguidores da ed.ufpa, no twitter. Entre os destaques da programação da Ed.ufpa, está o lançamento dos três primeiros volumes da Coleção Diálogos de Platão edição bilíngue Português e Grego, no dia 3 de setembro.

Na inauguração do estande, no dia 3 de setembro, uma homenagem especial ao filósofo, crítico literário, ensaísta e escritor Benedito Nunes deve emocionar quem visitar a Ed.ufpa. “É uma programação que deve surpreender os visitantes e permitir às pessoas que se sintam mais perto de Benedito Nunes”, explica Simone Neno, diretora da Editora. O professor emérito da Universidade Federal do Pará presidiu a Editora da UFPA de agosto de 2009 até seu falecimento em 2010 e assinou a nova política editorial da Ed.ufpa, além de ser o fundador do Curso de Filosofia da Instituição.


Cultura e Literatura em debate - O professor Silvio Holanda, da Faculdade de Letras da UFPA, coordena a realização de dois grandes eventos na programação. O Seminário Leituras do Vestibular faz uma síntese das leituras obrigatórias dos processos seletivos de acesso ao ensino superior no Pará. Pesquisadores da área de Letras serão orientadores das leituras, mostrando as obras, as escolas literárias, os autores e como estes se relacionam com o contexto histórico e com a cultura nacional e regional.


Tão antigo quanto a própria feira, o Ciclo de Conferências sobre literatura e Cultura traz discussões centradas na noção de literatura e sua relação com a cultura. Este evento reúne pesquisadores especialistas nos temas abordados. “É uma programação mais acadêmica que proporciona um encontro de especialistas e uma ampla discussão sobre literatura e cultura”, explica o professor.


Autora homenageada - A pesquisadora Lilia Chaves, da Faculdade de Línguas Estrangeiras Modernas (FALEM) da UFPA, coordena a realização de dois eventos. Pesquisadora da poesia de Dulcinéia Paraense, autora homenageada da edição XV da Feira do Livro, Lilia Chaves reúne os especialistas da área no Seminário Dulcinéia Paraense e Escritoras Paraenses, com discussões sobre a obra de escritoras no Pará e a importância literária, cultural e histórica de mulheres como Adalcinda Camarão, Eneida de Moraes e Maria Lúcia Medeiros.


Já no dia 4 de setembro, o Seminário Leitura e Escrita na Era da Internet traz debates e reflexões sobre as novas tecnologias de suporte de livros e os impactos destas mudanças na literatura e na leitura. O evento conta com a participação da pesquisadora Lúcia Santaella e terá mesas que falam sobre novas formas e os desafios de leitura e escrita na internet, sobre a existência de uma “nova literatura”, sobre os leitores-autores de fanfictions e sobre as possibilidades do uso da internet na pesquisa.


Pan-Amazônia e Itália - Nos dias 5 e 6 de setembro, acontece o Seminário Literatura e Sociedade na Pan–Amazônia: Debates sobre o campo literário, organizado pela Associação de Universidades Amazônicas (Unamaz). Entre os temas debatidos, estão os projetos artísticos e societários no campo literário, a sociedade e a literatura de engajamento e as tensões da Modernidade na área de Literatura e Sociedades. A Conferência de abertura do evento discute as Narrativas Amazônicas, com a presença da pesquisadora chilena Ana Pizarro, professora da Universidade de Santiago.

Professores da UFPA que pesquisam a presença e influência italiana na Amazônia também estão na Programação da XV Feira Pan-Amazônica do Livro, que acontece de 2 a 11 de setembro, no Hangar Centro de Convenções da Amazônia. As pesquisas desenvolvidas na Universidade sobre a influência italiana na arquitetura amazônica, especialmente em Belém, e a presença e influência de migrantes italianos no decorrer da história integram o "Seminário sobre o país homenageado Itália e Brasil, Artes e Cultura". Esses assuntos também são tema de livro.



Cinema, Teatro e Cultura - Nos dias 6,8 e 9 de setembro, das 14h30 às 17h30, acontece a Oficina "Ouvindo as vozes da Floresta: línguas indígenas da Amazônia", com a participação da professora Marília Ferreira, da Faculdade de Letras.




A professora Luzia Miranda Alvarez, professora da Faculdade de Ciências Sociais da UFPA, participa da Mostra Pan-Amazônica de Cinema como mediadora do Circuito Cinema Italiano. A programação acontece nos dias 4, 8 e 11 de setembro. No dia 4, Luzia Alvarez debate sobre O Cinema de Luchino Visconti, a partir das 15h, no Oi Cine Estação – Teatro Maria Sylvia Nunes.

As Salas Marajó 1 e 2 serão o palco de apresentações de duas peças teatrais, as quais contam com a participação de professores da UFPA, na programação de Dramaturgias Paraenses da Feira do Livro. No primeiro sábado, dia 3 de setembro, acontece a encenação da peça “Como se fosse”, e na quinta-feira, dia 8 de setembro, o público vai assistir à peça “O pequeno grande aviador e o planeta invisível”. Cada peça será apresentada duas vezes, às 18h e às 20h.

Serviço:
XV Feira Pan-Amazônica do Livro
2 a 11 de setembro de 2011
Informações: http://www.feiradolivro.pa.gov.br/ 
Clique aqui e confira a participação completa da UFPA na Feira do Livro 2011.


Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA

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Fonte: 
Jornal Beira do Rio
http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=4935

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Encontro com Suzan



Por Deividy Corrêa 
e
Walter Rodrigues

Entro no ônibus. Meu destino? Encontrar ela. Lembro-me do dia em que a conheci, era para ser mais um dia típico. Foi quando encontrei pela rua um colega dos tempos nublados de igreja.
- Vai onde agora? – perguntei.
- Vou ali na casa de uma amiga – respondeu- me Charles.
Charles era magro, quase branco, estatura mediana, corpo de adolescente de uns 14 anos, apesar de termos a mesma idade: 22. Aliás, sua mente também era um garoto de 14 anos, mas era um cara legal.
- Tá a fim de ir lá? – perguntou-me ele.
- Vamos lá então!
Chegando lá decidi ficar esperando no portão. Não demorou muito para ele me chamar. Abri o portão subi um lance de escada, que finaliza em sala típica: sofás e televisão sobre uma estante. Charles apresentou-me sua amiga:
- Prazer, Davi.
- Suzan – respondeu-me ela.
Charles pediu um copo com água e no mesmo instante que ela foi buscar ele me perguntou:
- O que achou da morena?
A resposta veio em minha mente: “Lasciva”.
Acabei nem respondendo pra ele, fiquei só pra mim. Ela era morena, mais baixa do que eu, pernas torneadas, cabelos pretos e reluzentes, um sorriso arrebatador e dona de um olhar que disparava sensualidade. Única capaz de despertar em você sentimento e desejo em proporções extremas.
Quando ela voltou sentamos e conversamos sobre vários assuntos, informática foi o primeiro. Expliquei-lhe como funcionava o processador de seu computador. Depois conversamos sobre literatura, meu assunto favorito. Logo nos identificamos e Charles ficou distante na conversa. O cara nunca tinha lido um livro na vida. Situação comum em Belém, onde infelizmente o conhecimento é centralizado assim como o poder aquisitivo. E a maioria das pessoas não tinham bons incentivos em casa, na escola, na televisão.  O mais comum era que ninguém mostrava o mínimo interesse em buscar conhecimento. É mais fácil perder tempo na frente de uma TV, pensando coisas que outros querem que você pense sem que você precise pensar por si só.

No aniversário de Suzan, dei-lhe de presente um exemplar de um clássico da literatura universal Crime e castigo de Dostoievski. Afinal, por várias vezes tinha comentado sobre este livro em nossas conversas. Lembro-me de umas de nossas empolgantes conversas sobre literatura, perguntei se ela já tinha lido Dostoievski e Nietzsche. Disse que já tinha ouvido falar. Então resolvi apresentá-los a ela literatura de verdade.
Depois de alguns encontros e conversas intensas acabei gostando dela, tornou-se minha musa. Não demorou e poemas românticos foram escritos idealizando-a. Era incrível como nossos espíritos entravam em sintonia, impossível não nos agradarmos um com o outro. Falávamos de nossos relacionamentos passados que tiveram finais frustrantes, análises sociais, músicas latinas; ela gostava de italiano e eu de espanhol, mas gostava também de italiana e francesa e vice-versa, e claro, também de música clássica.
No final de uma de nossas conversas disse que ela estava no seleto grupo das mulheres interessantes, que nos enlouquecem e que nos deixam numa síndrome incurável de querê-la tanto. Sempre tive a noção de que as musas nunca ficam com os poetas, e sim com os “homens de verdade”, que as não ouvem e nem as enxergam de verdade, que geralmente não se importam com que elas pensam, as desconhecendo em absoluto. Apenas um copo bom que se sairá bem na cama. Eles não podem amá-las de verdade, pois do contrário, eles é que não serão amados de volta. As mulheres precisam de homens assim, e com eles elas se casam. Talvez elas não queiram que eles as descubram plenamente

Finalmente chego a seu encontro. Marcamos em um cinema (Cine Olímpia) que, um tempo antes estava abandonado pela prefeitura. Nos tempos faustos da borracha o cinema era a atração mais disputada pela elite local. A maioria das famílias gastava o que não tinha para comprar belos vestidos para suas moças solteiras impressionarem seus possíveis pretendentes (geralmente um cara podre de rico, ou, na pior das hipóteses, apenas um cara rico).
Ao encontrá-la a abracei e perguntei como estava. Ela me respondeu que estava bem. Eu fiquei muito melhor ao encontrá-la. Assistimos ao um filme polonês com a temática sobre perfume, o nome do filme era “Jasminum”. Sentamos um ao lado do outro. Senti vontade como sempre de abraçá-la, protegê-la do frio, sentir seu cheiro, beijá-la de um jeito que jamais foi beijada e em seu ouvido sussurrar que adorava sua companhia. Todavia, só era vontade, muita vontade... Faltava-me atitude.
Depois do filme a convidei para lanchar. Enquanto comíamos uma pizza, falávamos sobre o filme. E no meio da conversa falamos sobre o que faltava para ficarmos juntos. Era até meio difícil de entender. No final nos despedimos, tínhamos caminhos diferentes. Mas antes, eu disse em seu ouvido:
- Sabe o que faltou? Uma chance.
Suzan ficou sem resposta. Suzan é do tipo da garota que se fecha para as pessoas que se aproximam dela. E uma dessas pessoas, pode um dia ser o amor de sua vida, o que ela sempre esperou. Uma vez lhe perguntei:
- Você foi já amada de verdade?
- Não – respondeu-me ela secamente.
Não precisei nem explicar a pergunta. Eu disse, que se dependesse de mim isso mudaria. Queria amá-la de verdade como ninguém antes amou. Mas é aquela velha história… as musas nunca nos escolhem.
E lá se foi ela em direção oposta a minha. Mais uma vez fiquei me perguntando... E lembrei-me de uma das letras de Leoni, que diz assim:

“Eu tenho o gesto exato, sei como devo andar
Aprendi nos filmes pra um dia usar
Um certo ar cruel de quem sabe o que quer
Tenho tudo planejado pra te impressionar
Luz de fim de tarde, meu rosto encontra luz
Não posso compreender, não faz nenhum efeito
A minha aparição será que errei na mão
As coisas são mais fáceis na televisão...”

Sei que como a maioria dos românticos sou um fracasso. Mas ainda assim adoro ser um.
No ônibus voltando para casa, ainda sentia sua presença. Às vezes, chegava demorar um dia para eu perceber que ela já não estava mais do meu lado. Aquele encontro com Suzan não queria se desfazer de minha memória. Estava impregnado em mim. Suzan o tipo de garota que nos ensina a amar, mas não nos ensina a esquecer.
No caminho de casa decidi parar em um bar, daqueles meio decadentes e apertados, onde o banheiro era um verdadeiro pós-guerra, mas em compensação bastava eu levantar o dedo que atendente já aparecia com outra “loira e gelada”. E olha que eu já tinha bebido em bares burgueses, onde os garçons sempre demoravam em nos trazer uma cerveja. Eu queria beber e lembrar aquele meu encontro com Suzan.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Noites perfeitas



Por Deividy Edson Corrêa

 
Lembro-me das infinitas noites que estivemos juntos.
Eu achava que aqueles momentos nunca se acabariam.
Como eu adoraria guardar teu sono e não fechar meus olhos
para não perder nem um instante.

Vendo-te ali dormindo parecendo um anjo inocente,
sem saber que um dia irias partir meu coração,
que mesmo em pedaços ainda estaria latente por ti.

Queria proteger-te do frio de uma noite chuvosa,
sentir o perfume de todo teu corpo e em seguida
mergulhar no cheiro de teus cabelos e não acordar mais.
E te incendiar nas noites de calor te banhando em suor.

Até imaginar que essa noite foi apenas um sonho
e ao despertar sentir meu coração entristecido
por não estar mais ao teu lado…
Chegar a pensar em suicídio, quando na verdade eu não ligo.

Se eu pudesse dizer nesse momento o quanto eu ainda te amo…
Mas a cada dia que se passa aprendo a viver sem teu amor.
Vejo que é grande meu esquecimento.


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Revisão: Walter Rodrigues.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

1º Clic - Culturas, Linguagens e Interfaces Contemporâneas.

E acontece em Belém o 1º CLIC – Culturas, Linguagens e Interfaces Contemporâneas, encontro para se observar e discutir temas, fronteiras e processos nos mais diversos campos, como o das ciências sociais, da comunicação, das artes, filosofia e história.


Inscrições: AQUI 
Mais informações visite: Portal Clic
Twitter: @Clic_News


FONTE CONSULTADA:

Blog Vivendo e Construindo Sobre arte e outras coisas...

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Livro Memórias de São João da Ponta (2º Momento de Entrevistas) e Levantamento, diagnóstico das Áreas de Proteção Permanentes – APPS


Entre os dias 15 a 19 de agosto de 2011 será dado prosseguimento ao 2º Momento de entrevistas junto aos moradores mais idosos do município para o livro sobre as memórias de São João da Ponta a partir de narrativas orais. Para esta viagem foi deslocada uma equipe de cinco integrantes do Grupo de Estudos Paisagem e Planejamento Ambiental – GEPPAM, que tiveram o apoio e a parceria da Associação dos Usuários da Reserva Extrativista Marinha de São João da Ponta (Mocajuim), Equipe do ICMbio/RESEX São João da Ponta e Prefeitura Municipal de São João da Ponta. Sendo que a equipe será dividida para os seguintes trabalhos: livro sobre as memórias de São João da Ponta a partir de narrativas orais (Programa “Educação Ambiental nas RESEXS Marinhas de São João da Ponta e Mãe Grande de Curuçá-PA”, coordenação:  Profª Drª Márcia Aparecida da Silva Pimentel.e Levantamento e diagnósticos das Áreas de Proteção Permanentes – APP'S.
http://geppam.blogspot.com/

Acompanhe com o blog GEPPAM em tempo real as Notícias desses trabalhos.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Memória do município de São João da Ponta a partir de narrativas orais

Nos dias 28, 29, 30 e 31 de julho de 2011 estarão sendo realizadas entrevistas e filmagens com fins exclusivamente didáticos junto aos pescadores e moradores mais antigos de São João da Ponta para compor um livro onde o principal objetivo será o resgate da memória do município a partir de narrativas orais. O presente trabalho surge a partir das reivindicações feitas pelos próprios pescadores, que ao perceberem que a memória de sua cultura estava se perdendo solicitaram a coordenadora do Programa “Educação Ambiental nas RESEX's Marinhas de São João da Ponta e Mãe Grande de Curuçá-PA”, Márcia Pimentel, diretora da Faculdade de Geografia e Cartografia da Universidade Federal do Pará alguma ação extensionista neste sentido.A equipe deslocada para essas primeiras entrevistas e filmagens estar composta pelo o escritor e aluno de Geografia Walter Luiz Jardim Rodrigues (Bolsista PROEXT/MEC 2010) e Deividy Edson Corrêa (Assistente nas entrevistas e filmagem). Os textos a seguir fazem parte desse primeiro contato de entrevistas realizadas entre a citada equipe do Grupo de Estudos Paisagem e Planejamento Ambiental com os pescadores e moradores mais antigos em parceria com a Associação dos Usuários da Reserva Extrativista Marinha de São João da Ponta (Mocajuim) e ICMBio (Gestão da Resex de São João da  Ponta).
Acompanhe através do blog GEPPAM os primeiros passos desse trabalho de resgate de memória, e publicado em tempo real pela Internet, e conheça os verdadeiros autores desse futuro livro de memórias: os pescadores e moradores de São João da Ponta.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Revista Tucunduba volume 2 - noite de lançamento


Uma grande honra estar presente nessa noite de lançamento. Ver dois textos meus "Tatuagem" (poesia) e "O Feirante" (conto) estampados nas páginas dessa revista. Infelizmente não pude ficar até o final do evento ocorrido no último 30 na Centro de Conversões Benedito Nunes (Hangarzinho) no campus de Belém da Universidade Federal do Pará. Precisei sair para assistir uma aula de geografia no bloco. Final de semestre é difícil e cansativo. Depois da aula sair mais um amigo para tomar uma bela garrafa de cachaça à belíssima orla da Ufpa às margens do imponente e poético rio Guamá junto ao som de um rapaz que manda todas as quinta-feiras na Capela Ecumênica uns vinis de Cazuza, Guns N Roses e entre outros que me agradam bastante como Cartola, por exemplo. No mais, é isso aí que se lerá nos tópicos abaixo.

Walter Rodrigues.

Proex lança segunda edição da Revista Tucunduba


 A Pró-Reitoria de Extensão (Proex), por meio da Diretoria de Apoio à Cultura (DAC), lançou nesta quinta-feira, 30, a segunda edição da Revista cultural e artística Tucunduba. A Revista contém diversos artigos e ensaios de professores, estudantes e técnicos da UFPA sobre as artes cênicas, artes visuais, música, audiovisual, arquitetura e design, memória e patrimônio. “Na Tucunduba, há vários gêneros de diversos estilos artísticos. É um rio que vai mostrar para a cultura universitária. Ela representa a cultura universitária no ramo das artes”, afirma o diretor de Apoio à Cultura, Leonardo Coelho de Souza.

O editor da Revista, Sérgio Palmquist, ressalta que “a Tucunduba é uma via de comunicação na cultura da Universidade. Eu estou muito contente por ter lançado o número dois e já estamos preparando o número três que irá sair no período do Círio de Nazaré”. Sérgio Palmiquist afirma que, a cada edital lançado, a Revista recebe uma maior quantidade de material com mais qualidade.

Para a ex-estudante de Artes Visuais e escritora do artigo “Poder, simbolismo, religiosidade e misticismo: um estudo de joia balangandã”, Amanda Gatinho Ferreira, a Revista “é de extrema valia não só para o público universitário, mas também para toda a sociedade. Porque é uma síntese impressa de tudo que é pensado, avaliado e desdobrado dentro da própria Universidade”. Ela destaca também que a 2ª edição da Tucundubaestá com um designer gráfico muito bem elaborado.

Participação especial - Nesta edição, a Revista conta com a participação ilustre em suas páginas do escritor e pesquisador Vicente Salles, com o ensaio sobre a Modernidade do professor e estudioso de literatura paraense José Veríssimo. Escritor que viveu no século XIX, fazia críticas sobre literatura e arte.


Como conseguir? – A 2ª edição da Revista Tucunduba teve a tiragem de mil exemplares e pode ser adquirida na Diretoria de Apoio à Cultura, no segundo andar do prédio da Reitoria no Campus Guamá, da UFPA, em Belém.

  


Texto: Vito Ramon Gemaque – Assessoria de Comunicação – ASCOM/UFPA
Fotos: Karol Khaled





Revista Tucunduba abre edital para a 3ª Edição

   Inscrição: Alunos, técnicos e docentes da UFPA podem inscrever propostas para a 3ª edição da Revista Tucunduba até 30 de junho de 2011. 
Mais Informações: Para mais informações, clique aqui aqui e acesse o edital.


Veja também!


Lançamento da 2º edição da Revista Tucunduba





Fonte consultada: 

terça-feira, 28 de junho de 2011

Lançamento da 2º edição da Revista Tucunduba











Lançamento 30/06/2011
 Às 18h, no Centro de 

Eventos Benedito Nunes. 









Começando a fazer parte da cultura da UFPA, a Revista tucunduba será lançada no próximo dia 30, às 18h, no Centro de Eventos Benedito Nunes. Nesta segunda edição, muita literatura, uma grande participação dos Campi e um artigo inédito do escritor Vicente Salles, sobre o José Veríssimo e a Modernidade.
Os onze ensaios que fazem parte da publicação passaram por uma seleção rigorosa porque o número e a qualidade dos trabalhos inscritos estavam elevados.  “A escolha foi difícil, tiveram alguns textos muito bons e assuntos bem trabalhados, outros com algumas correções podem participar na edição eletrônica, que permite artigos mais longos”, afirma Sergio Palmquist, editor da revista.
Com o lançamento da segunda edição da tucunduba, a Proex se consolida como uma ferramenta de pesquisa e experimentação próprias do campo da extensão universitária, com metas maiores. “Pretendemos construir o próximo número com o signo de perseverar para que a revista seja uma referência na língua portuguesa em cultura e arte”, comenta o Prof. Fernando Arthur de Freitas Neves, Pró-Reitor de Extensão.
O caminho já começa a ser percorrido, as inscrições dos Campi tiveram um aumento significativo. “A construção dos trabalhos contidos na revista percorrem a consolidação da universidade multicampi, pois os artigos foram confeccionados pela pena e pelo olhar dos cientistas artistas”, enfatiza Neves.
Outro passo realizado é a identidade da revista que começa a mostrar sua linha editorial. “As pessoas não tinham noção do perfil da tucunduba. É uma revista de cultura, que aceita trabalhos científicos, conforme as exigências do IBCT”, explica Palmiquist.
Com capa assinada pelo artista José Fernandes, uma representação da natureza com o elemento madeira, que está relacionado às energias de expansão, criação e compreensão. Esta é a essência desta edição.  “Da pedra da primeira capa à madeira da segunda, entre uma revista e outra convertendo um significado da palavra escrita e da imagem numa composição orgânica dos sentidos”, filosofa o Pró-Reitor.

Texto: Lorena Claudino – Assessoria de Imprensa da DAC/PROEX
Informações: (91) 3201-8008