sábado, 27 de outubro de 2012

Quando eu te encontrar




a poucos passos de te encontrar
são olhos fechados por alguns segundos
então sou tomado pela certeza de que
ao menos uma vez irei mirar
teu lindo sorriso e, as dores do mundo,
as minhas dores neste mundo!,
serão esquecidas em alguns segundos.
e como não desejar olhar sem parar
nos teus lindos olhos verdes?
seguindo da imensa vontade
de poder mergulhar
no cheiro dos teus cabelos
e sonhar em não acordar...

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Projeto Giro Cultural valorizando e reconhecendo a cultura do Pará




O Projeto Giro Cultural é promovido pelo Grupo RBA, que conta com o apoio da Vale. O projeto tem como principais objetivos a valorização da cultura popular local e o reconhecimento da diversidade cultural artística do estado do Pará. A programação é marcada por várias oficinas de variados temas. O Giro Cultural trás em sua programação muita Música, Teatro, Dança, Artes Visuais e Audiovisuais e Cultura Popular.
A programação agora chegará amanhã (dia 25) ao município de Tomé-Açú e segue até o dia 27 de outubro com várias atividades que prometem movimentar a cidade. O Projeto Giro Cultural já passou pelas cidades de Marabá, Parauapebas e Maju.

Acompanhe aqui grade de programação do Giro Cultural em Tomé-Açú:

OFICINAS
Dia 25 - 19h às 22h - Escola Ipitinga / Quatro Bocas
- Oficina de Contação de História com Andréia Cozzi
- Oficina de Naipes (metais e palhetas) com Elianai Carvalho

Dia 26 - 09h às 12h e 15h às 18h - Escola Ipitinga / Quatro Bocas
- Oficina de Contação de História com Andréia Cozzi
- Oficina de Naipes (metais e palhetas) com Elianai Carvalho

PROGRAMAÇÃO CULTURAL
Dia 26 - A partir das 17h - Praça de Eventos de Tomé-Açú
Artes Visuais
- Laboratório de Animação
Dança
- Atrapalhados Mirins- Rosas do Portilho
Teatro
- Cia entreatos: Espetáculo Bufo e Zitinha
Música
- Cortejo da banda Lira Celeste
- Banda Restauração
- Grupo de Seresta Isaac Negrão
- Banda ARK
Dia 27 - A partir das 17h - Praça de Eventos de Tomé-Açú
Artes Visuais
- Laboratório de Animação
Dança
- Frutos do Mar
- Grupo Revelação
Teatro
- Cia entreatos: Espetáculo Bufo e Zitinha
Música
- Cortejo da banda Lira Celeste
- Salomão Habib
- Banda Sinapse
- Eliel e Banda da Semec
- Alessandro e Ramon


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Fonte de consulta: DOL - Diário Online. Disponível em: http://www.diarioonline.com.br:81/noticia-223746-projeto-giro-cultural-chega-a-tome-acu.html Acesso em 25/10/2012.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Por uma visão holística


Fazendo minha estreia como colaborador do Versos Rascunhos, posto este texto de 2008. Será um prazer doravante contribuir com a construção deste blog.           

                                                                                                                                                                                            Daniel Sombra


            O Brasil foi a última nação do planeta a abolir a escravidão negra, o que só ocorreu devido à extrema pressão dos ingleses, ansiosos pela expansão do recém-criado mercado consumidor brasileiro. As conseqüências dos quatrocentos anos escravocratas, embora camuflados, ainda estão presentes no cotidiano nacional.
            Nossa nação, devido à colonização, possui uma raiz multi-racial, todos nós sabemos. Nem todos sabem, porém, que a população negra do Brasil é a segunda maior do planeta – perdendo em termos percentuais apenas para a Nigéria, e vencendo todas em termos absolutos. Contrastando com esta realidade, os negros são rotineiramente chamados de “minoria” no contexto nacional. Em números absolutos essa expressão é equivocada, pois eles são majoritários. Entretanto, na participação efetiva da vida política, econômica e social do país, eles, de fato, são minoritários.
            O preconceito não é exatamente a razão disto. Este problema, na verdade, começou com os ex-escravos excluídos da sociedade capitalista, cujos filhos também não foram inseridos na estrutura do sistema, repassando o caos social para as gerações posteriores. O fato é que na mentalidade da elite urbano-industrial, e, por conseguinte, das massas alienadas, o preconceito racial e alguns outros persistem guardados de modo passivo. Mas, uma vez estimulados, provocam explosões de fúria.
            Tais explosões manifestam-se em qualquer situação cotidiana, como em uma disputa por uma vaga no mercado de trabalho, por exemplo. O negro que conquista uma vaga é tratado como alguém que usurpou o lugar de um branco – ainda que brancos legítimos sejam raros no Brasil – e, fatalmente, ouvirá ofensas racistas. São ações pequenas, como piadas nos colégios ou em humorísticos televisivos, que continuam alimentando não só o racismo, mas também o machismo, o homofobismo e o preconceito regional.
            Os diversos preconceitos, as mazelas sociais, os conflitos étnicos e a destruição do meio ambiente são fatos presentes e interligados. Avançamos muito em relação ao século passado – tanto o Brasil, como o mundo – mas estamos longe de uma sociedade harmônica que respeite os contrastes naturais de cada pessoa, pois a nossa lógica de pensamento ainda é lucrar com a segregação e a destruição. É necessária, portanto, uma visão holística sobre a humanidade e o planeta, que é conseqüente de um primoroso sistema educacional, para que enfim possamos conviver em paz com nossas diferenças.

(Originalmente publicado em 27/08/2008).

domingo, 21 de outubro de 2012

A poesia pedagógica de Gabriela Mistral

Gabriela Mistral (1889-1957)

A professora e poetisa chilena Gabriela Mistral - pseudônimo de Lucila María del Perpetuo Socorro (1889-1957), nasceu numa pequena comunidade do Chile por nome Vicuña no Vale de Elqui.

Sua obra literária transmite muito de sua trajetória, como professora, nas salas de aula das escolas rurais aos arredores da província de La Serena, onde vivia. Gabriela Mistral atuava no magistério desde seus 15 anos de idade, o que veio refletir em seus poemas um caráter bastante pedagógico. Sua obra é uma verdadeira lição para quem pretende um dia trabalhar em sala de aula, principalmente, com crianças.

O reconhecimento definitivo da obra de Mistral veio, em 1945, com o Prêmio Nobel de Literatura, que reconhecia em sua autora um símbolo das aspirações idealistas de todo o mundo latino-americano. Esta foi a primeira vez que a homenagem foi prestada a um autor(a) latino-americano(a).

Dentre sua produção literária selecionamos o poema “La maestra rural” (A professora rural). Inspirada na imagem humana e lírica da irmã, sua verdadeira educadora e guia com quem aprendeu a ler e escrever. Seus versos a caracterizam como professora pura, pobre, alegre, um ser “doce”. Esses versos são da obra “Desolación” (Desolação), publicado nos Estados Unidos da América, em 1922.

A seguir os belos versos de A professora rural de Gabriela Mistral, traduzidos para o português por Luis Marcos Sander:


A PROFESSORA RURAL
Para Federico de Onís

A professora era pura “Os suaves hortelãos”,
dizia, “deste prédio, que é prédio de Jesus,
hão de conservar puros os olhos e as mãos,
guardar claros seus óleos, para dar clara luz

A professora era pobre. Seu reino não é humano.
(Assim no doloroso semeador de Israel).
Vestia saias pardas, não enjoiava sua mão
e todo o seu espírito era uma imensa joia!

A professora era alegre. Pobre mulher ferida!
Seu sorriso foi um modo de chorar com bondade.
Por sobre a sandália rota e avermelhada,
este sorriso, a insigne flor de sua santidade.

Doce ser! Em seu rios de méis caudaloso,
longamente dava de beber a seus tigres a dor.
Os ferros que lhe abriram o peito generoso
mais largas lhe deixaram as bacias do amor!

Oh lavrador, cujo filho de seu lábio aprendia
o hino e a prece, viste o fulgor
do luzeiro cativo que em suas carnes ardia:
passaste sem beijar seu coração em flor!

Camponesa, lembras que alguma vez prendeste
seu nome a um comentário brutal ou fútil?
Cem vezes olhaste, nenhuma vez a viste
e no solar de teu filho dela há mais do que ti!

Passou por ele sua fina, sua delicada esteva,
abrindo sulcos onde alojar perfeição.
A alvorada de virtudes de que lentamente se neva
é sua. Camponesa, não lhe pedes perdão?

Dava sombra por uma selva seu carvalho fendido
no dia em que a morte a convidou para partir.
Pensando em que sua mãe a esperava adormecida,
À dos olhos Profundos se entregou sem resistir.


E em seu Deus adormeceu, como em coxim de lua;
Travesseiro de suas fontes, uma constelação;
canta o Pai para ela suas canções de berço
e a paz chove longamente sobre seu coração!

Como um repleto vaso, trazia a alma feita
para derramar aljôfares sobre a humanidade;
essa era sua vida humana a dilatada fenda
que costuma abrir o Pai para lançar a claridade

Por isso ainda pó de seus ossos sustenta
púrpura de roseiras de violento chamejar.
E o cuidador de túmulos, como aroma, me conta,
os mapas daquele que marca seus ossos, ao passar!

Outros poemas de caráter pedagógico de Gabriela Mistral são: “La oración de la maestra” (A oração da professora), “Palabras a los maestros” (Palavras aos professores), “Pensamientos pedagógicos” (Pensamentos pedagógicos), “Llamada por el niño” (Chamamento pela criança) “Pasión de ler” (Paixão de ler) e “Contar”.


Veja alguns livros de Gabriela Mistral disponíveis na Amazon:

   


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Fontes consultadas: ADAMS, Telmo. "Gabriela Mistral e a educação das nossas crianças" e POET SEERS. "Gabriela Mistral (1945)" Disponível em: http://www.poetseers.org/nobel-prize-for-literature/gabriela-mistral-1945/ Acesso em: 21/10/12.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Como uma árvore pode neutralizar as emissões de CO2 do seu blog?


Ao participar da campanha “Meu blog é neutro em CO2,” você estará contribuindo para aliviar os impactos das mudanças climáticas, já que uma árvore é capaz de neutralizar as emissões de CO2 do seu blog. Faça a sua parte!

Quanto CO2 é produzido pelo meu blog?
De acordo com um estudo realizado pelo ambientalista e físico da Harvard University, Dr. Alexander Wissner-Gross, um internauta produz, em média, cerca de0,02 gramas de CO2 por exibição de página. Considerando que um blog geralmente recebe em torno de 15 000 visitas por mês, isso resulta em 3,6 kg de CO2 emitidos por ano. Este total é gerado principalmente pelo grande consumo de energia, devido à refrigeração necessária para o funcionamento de computadores e servidores.
Seu blog recebe mais de 15.000 visitantes por mês? Então escreva para nósCO2neutro@guiato.com.br! Nós podemos neutralizar o seu blog.
Qual é a quantidade de CO2 absorvida por uma árvore?
Infelizmente não é possível dar uma resposta exata à essa pergunta . A absorção de CO2 varia muito. A quantidade de CO2 que uma árvore pode absorver depende da sua espécie, da sua exposição à luz, do tempo necessário para o seu crescimento, e de características locais, tais como o solo, recursos hídricos disponíveis e a latitude onde a árvore se encontra.
Existem várias maneiras de calcular o total de CO2 que uma árvore é capaz de absorver. Totais aceitos pela comunidade científica variam entre 10 a 30kg de absorção de CO2 por árvore por ano. O que se sabe com certeza é que a absorção de CO2 é relativamente baixa durante os primeiros dois a três anos de vida de uma árvore. Depois essa fase, a taxa de absorção aumenta significativamente, e a árvore absorve uma porção considerável de CO2. A taxa de absorção começa a cair uma vez que a árvore atinge 18 anos de  idade.
Conhecido como a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), o tratado ambiental internacional das Nações Unidas calcula que uma árvore absorve cerca de 10kg de CO2. Com a sua campanha “Meu blog é neutro em CO2″, o Guiato supõe que uma árvore absorve 5 kg de CO2 por ano, o que é uma estimativa muito conservadora.
Uma árvore neutraliza as emissões de CO2 do seu blog
Como mostra a declaração acima, o plantio de uma árvore absorve uma média média de 5 kg de CO2 lançados na atmosfera por ano. Um blog normal emite anualmente cerca de 3,6 kg de CO2. Uam árvore é então capaz de neutralizar as emissões de CO2 de um blog. Já que uma árvore vive cerca de 50 anos, as emissões de CO2 do seu blog são totalmente neutralizadas durante este período .

tree-co2-blog

Como as árvores são plantadas?
As árvores são plantadas na Floresta Guiato, em Apucarana, Paraná, em parceria com o Instituto Brasileiro de Florestas (IBF).

O blog literário Versos Rascunhos já é um blog neutro em CO2. Participe você também!

CO2-neutral

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Marilia estava naquele aniversário...




Ela estava naquele aniversário. Com aquela sua linda face de expressões suaves e fortes. Ela estava vestindo seus curtos trajes apertados. Ela já não estava na sua forma magra de ser. Mas continuava muito gostosa. Sua bunda era enorme e seus seios volumosos, no entanto, seus olhos tão negros estavam tão tristes naquela noite nublada que me senti como apanhado pelo uma irresistível vontade de tê-la em meus braços, para possuí-la como sua alma estava necessitando. Seu nome era Marilia.
- Álvares! Pensei que tu não viesses para o aniversário do teu tio – falou-me ela dirigindo-se até onde eu estava sentado mais meu amigo Daniel e meu tio João.
- Oi, Marilia – respondi levantando-me de minha cadeira, dando um lindo gole na minha cerveja que estava no copo e a envolvendo em um forte abraço para muito além de caloroso. – Saudades de ti, minha querida.
Na noite anterior, Marilia havia levado uma bela surra de seu marido, que era sargento da polícia quando este soube de alguns casos envolvendo sua mulher em relações sexuais com amigos de seus amigos. Isso deu a maior merda e Marilia ainda tentou se justificar, mas quanto mais ela falava mais seu marido se enfurecia e a enchia de porrada. Seus dois filhos, uma menina de oito e um menino de dez, assistiam todo o quebra-pau assustados, porém aquela rotina já lhes eram estranhamente familiar. E agora eles estavam separados. Marilia estava sofrendo, e muito revoltada ficou quando uma grande amiga sua pediu para ela ir denunciar o sargento para a justiça. Até parece que ela teria coragem de fazer uma palhaçada dessas com o pai de seus filhos “que nem estava em seu juízo perfeito”.  Afirmou-me ela depois. E claro que eu concordei com ela.
- Você parece tão triste, Marilia – reparei – Por que você está tão triste?
- Me separei do Nelsão, o meu marido... – respondeu-me ela.
- Uma pena...
- Pois é... mas não quero ficar pensando nisso agora, Álvares. O que passou-passou. Por isso vim pra esse aniversário, pra esquecer aquele filho-da-puta.
E assim a noite seguiu em frente, como sempre acontece.  Marilia estava bebendo demais e as cervejas logo se esgotaram. Daniel havia sido apresentado para uma amiga de Marilia e estava a ponto de se mandar com a garota quando resolvemos comprar mais uma grade de cervejas. Todos ficaram muitos felizes e bebemos e bebemos até ficarmos embriagados. Meus abraços logo viraram beijos calorosos e minhas mãos exploravam toda a extensão daquele corpo. Foi quando tio João me chamou de canto:
- Já estou querendo dormir, Álvares – falou-me ao ouvido. – Leva a Marilia para a tua casa.
- Tudo bem – eu disse.
E assim, deixamos o aniversário de tio João. Éramos um grupo de quatro.
A noite foi intensa, ainda tomamos mais algumas cervejas antes de eu levar Marilia para minha cama e Daniel levar Isadora para o surrado sofá da minha minúscula sala. Marilia sabia como tocar em um homem. E transamos durante a noite toda. Seu corpo, estava com alguns hematomas, resultados da briga com seu marido. Seus olhos negros e tão vivos estavam roxos ao redor, e seu rosto estava levemente enxado. Ela estava dramaticamente linda. E ela me olhava dentro dos olhos e acariciava-me rosto. Logo depois, o sol subiu e Marilia precisava ir embora, pois havia deixado seus dois filhos na casa de sua mãe.
- Até mais, Álvares – falou-me Marilia a se despedi a porta de casa.
- Até mais, Marilia – respondi.
- Vamos Isadora? – chamou Marilia.
- Até outro dia, Daniel – falou Isadora.
          - Até outro dia, Isadora – respondeu o outro.

Ainda havia três cervejas na geladeira. Abrimos uma, enchemos os copos e bebemos.
(Walter Rodrigues)

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Imagem: oléo em tela. Miró
Originalmente publicado no blog Cachaça na Xícara

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Nota de pesar pelo falecimento do senhor João Batista Palheta

João Batista Palheta 


É com grande tristeza que nós fomos informados do falecimento do senhor João Batista Palheta, seu João Timbica, como era conhecido carinhosamente pelos moradores da comunidade sede municipal de São João da Ponta, nordeste do Pará. Seu João era um dos nossos entrevistados para o projeto livro de memórias de São João da Ponta a partir de narrativas orais, que resultou no livro “São João da Ponta (PA): seu passado e presente na memória” (no prelo) e o website “Portal São João da Ponta a partir de narrativas orais” disponível em www.saojoaodaponta.com e um dos mais idosos pescadores do município (86 anos). Sua memória permanecerá para sempre na história do município e nas lembranças de todos que o amavam.
Cordialmente,

Walter Rodrigues.
Organizador do livro “São João da Ponta (PA): seu passado e presente na memória” e do website “Portal São João da Ponta a partir de narrativas orais”.


Veja um trecho da entrevista feita com seu João em sua casa em São João da Ponta em 2011.



sexta-feira, 28 de setembro de 2012

V Prêmio Literário Canon de Poesia 2012. Inscreva o seu poema e boa sorte!




O concurso cultural denominado V Prêmio Literário Canon de Poesia 2012 é promovido pela Canon do Brasil Ind. e Com. Ltda, pessoa jurídica estabelecida na Cidade de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o nº 046.266.771/0001-26, pela Fábrica de Livros, selo editorial do Grupo Editorial Scorteccipara autores brasileiros, maiores de 16 anos, residentes no Brasil.


Tem por objetivo descobrir novos talentos, promover a literatura e difundir a impressão digital de livros no Brasil. Este concurso é exclusivamente de cunho cultural, sem qualquer modalidade de sorte ou pagamento pelos concorrentes, estando aberto à participação de todos que assim o desejarem, sendo promovido pela empresa de acordo com a Lei n. 5768/71 e Decreto 70.951/72.


REGULAMENTO


Ao fazer a inscrição, o Autor estará concordando com as regras do concurso, inclusive autorizando a publicação da obra em antologia e responderá por plágio, cópia indevida e demais crimes previstos na Lei do Direito Autoral.

O Autor poderá participar com apenas 1 (uma) POESIA, inédita, não publicada em livro (papel, eletrônico ou qualquer outro suporte), blog, site, facebook ou qualquer outra mídia existe, de no máximo cinco mil caracteres. Os trabalhos deverão estar em língua portuguesa, o que não impede o uso de termos estrangeiros no texto.


O tema é livre e a inscrição grátis.



A POESIA deverá ter obrigatoriamente um título. Não há necessidade de pseudônimo (nome literário).



Inscrições até 13 de agosto de 2012 a 30 de novembro de 2012, somente pela Internet através do site Concursos e Prêmios Literários.






A parceria Canon do Brasil e Grupo Editorial Scortecci escolherão uma Comissão Julgadora composta de três membros de renomado prestígio literário e uma Comissão Organizadora que resolverá os casos omissos deste regulamento, se houver.



PRÊMIO:



Publicação da obra em antologia do V Prêmio Literário Canon de Poesia 2012, selo editorial Fábrica de Livros/Scortecci, reunindo por ordem alfabética, 50 (cinquenta) POESIAS e seus AUTORES (minibiografia), conforme seleção e escolha irrevogável da Comissão Julgadora.



Características da obra: 1500 (mil e quinhentos) exemplares, formato 14 x 20,7 cm, com aproximadamente 100 páginas, ISBN e Ficha Catalográfica.



A obra NÃO será comercializada e sua venda proibida.



Os 50 (cinquenta) participantes escolhidos com as melhores POESIAS receberão como prêmio e a título de Direito Autoral, 10 (dez) exemplares da obra, além da divulgação e promoção da poesia pela Canon do Brasil pelo período de um ano em ações de Marketing e Propaganda.



Os livros de direito dos Autores Vencedores serão entregues no dia do lançamento da Antologia. Os que não puderem comparecer ao evento receberão seus livros pelo correio pela Canon do Brasil.

CRONOGRAMA:


- Inscrições: até 30 de novembro de 2012.
- Período de seleção: dezembro 2012 e janeiro 2013.
- Resultado: Fevereiro de 2013.
- Edição e Impressão da obra: março de 2013.
- Lançamento: Abril de 2013.



MAIS INFORMAÇÕES:






E-mail: premiocanon2012@concursosliterarios.com.br



Telefone: (11) 3032.1179.

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